A volta do policial militar Pedro Inácio ao policiamento ostensivo, já na condição de sargento, marca o novo capítulo do caso após a progressão dele para o regime semiaberto.
Preso desde 2019 pela morte da jovem Zaira Cruz, o militar deixa o sistema prisional apto a retomar as atividades na corporação. Quando foi detido, ocupava a patente de cabo, mas acabou promovido durante o período em que esteve preso, passando a sargento.
Com a nova graduação, ele retorna à ativa em posição de comando, podendo chefiar cabos e soldados nas ruas.
No processo disciplinar interno, a punição aplicada foi de 30 dias de prisão administrativa.
A progressão de regime foi concedida pela Justiça mesmo após manifestação contrária do Ministério Público do Rio Grande do Norte, que defendia a realização de exame criminológico antes da decisão.
Pedro ainda foi promovido duas vezes e continuou recebendo salários normalmente durante os cerca de sete anos em que esteve preso sob custódia da corporação no Rio Grande do Norte.
Nesse período, o salário do militar mais que dobrou, saindo de pouco mais de R$ 4 mil em março de 2019 para mais de R$ 10,6 mil no último mês de fevereiro, de acordo com os dados do Portal da Transparência.
Considerando-se o vencimento do mês de março de cada ano multiplicado por 13 (salários mensais de 13º), o servidor recebeu quase R$ 600 mil em salários brutos (sem desconto de previdência) ao longo desse tempo.
Uma resposta
Lula roubou todos brasileiros e hoje é presidente e a8nda tem uma mulher gastando todo nosso dinheiro.
O PM continua respondendo deixe o cara viver.