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Policiais que mataram Jucurutense no Goiás são afastados, diz PRF

Os policiais que mataram o motorista natural de Jucurutu no Rio Grande do Norte, Erenilson Batista de Oliveira, de 45 anos, que fugiu de abordagem foram afastados, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A PRF lamentou a morte. Em entrevista à TV Anhanguera, o delegado do caso, Adelson Candeo, disse que o policial que atirou tentou acertar o braço, mas acertou a parte lateral da vítima.

A abordagem aconteceu na quarta-feira (29-10-2025), em Rio Verde, região sudoeste de Goiás. Segundo o inspetor Jander Costa, os agentes faziam uma fiscalização na BR-452.

Em nota, a PRF disse que vai apurar os fatos e destacou o Escritório Regional de Direitos Humanos do órgão para prestar as assistências necessárias.

Segundo o delegado, o veículo passou pelo bloqueio, acelerou e não parou. A partir desse momento, ele passou a ser acompanhado por uma viatura da PRF quando ele para o carro abruptamente em frente à casa dele, informou o delegado.

“Os policiais determinam que o motorista coloque as mãos para cima. Segundo os policiais, ele se recusa e logo em seguida ele faz um movimento repentino, rápido e abrupto em direção ao console do carro como se fosse pegar algo”, disse Adelson.

Homenagens

Em entrevista à TV Anhanguera, a filha de Erenilson, Lorrana Ketlhen dos Santos, disse que o pai havia perdido bastante sangue e que chegou a ter uma parada. “Ele não é uma pessoa ruim, eu sei que ele estava errado, que ele deveria ter parado, mas não precisava dessa violência toda”, disse a jovem.

Nas redes sociais, familiares e amigos lamentaram a morte de Erenilson. “Você era um dos homens mais admiráveis que eu conhecia, um pai exemplar, e uma noite de infortúnio conseguiu acabar com tudo isso”, escreveu uma sobrinha.

Nota

A Corregedoria Regional da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Goiás determinou, nesta quinta-feira (30), a abertura de procedimento interno para apurar os fatos relacionados à ocorrência registrada na noite de 29 de outubro, em Rio Verde (GO).

Os policiais envolvidos foram afastados preventivamente de todas as atividades operacionais até a conclusão das apurações. A PRF lamenta o ocorrido e destacou o Escritório Regional de Direitos Humanos do órgão para prestar as assistências necessárias.

 

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