VICE MAIS UMA VEZ KKKKKK
SEXTA-FEIRA 13, O DIA EM QUE A CORUJA VIU ASSOMBRAÇÃO AZUL DE NOVO!
A cena se repetiu de novo…Mais uma vez.
Na noite desta sexta-feira (13) — data conhecida mundialmente como um dia ruim ou azarado — o que já era superstição virou ciência comprovada para os lados da Escolinha da Coruja. O pesadelo ganhou mais um capítulo quando a equipe amargou outro vice-campeonato, sendo atropelada pelo Azulão do Esporte Clube São Bento.
E começou diferente, viu?
Com a pinta lá em cima, peito estufado e pose de quem já tava escolhendo a música da comemoração, a Coruja abriu 2×1 nos primeiros 20 minutos do primeiro tempo. O elenco era pesado, a confiança maior ainda e o Azulão parecia meio zonzo.
Aí veio o terceiro.
3×1 no placar e o desespero tomou conta da arquibancada.
O Azulão botou as garras pra fora, trincou os dentes e mostrou quem manda naquela quadra. Diminuiu pra 3×2… começou a pressão… bola na trave, goleiro trabalhando, Coruja já olhando pro relógio igual aluno esperando o sinal.
Até que…
Faltando 20 segundos pro fim…
Silêncio.
Respiração presa.
Bola levantada…
GOLAÇO!
Empate em 3×3 e a quadra veio abaixo. A comemoração azul parecia título e ali já dava pra ver que o psicológico da Coruja tinha pedido substituição.
Nos pênaltis então meu amigo.
Ou a quadra tava ensaboada ou os tênis da Coruja tinham sido engraxados com margarina. Era nego escorregando, caindo, se atrapalhando, teve uma hora que pensei que o Neymar tinha trocado o campo pelo futsal de tanto tombo.
Quem virou estrela de cinema naquela quadra na decisão dos pênaltis foi o goleirão José Maria.
Defesa pra um lado, explosão pra outro. Mão salvadora, pé milagroso e sangue frio de quem nasceu pra decisão.
Resultado final nos pênaltis: 4×2 pro Azulão, campeão da Copa Carnavalesca de Jucurutu 2026.
Taça levantada. Volta olímpica. E a Coruja…Bom, a Coruja ficou mais uma vez só olhando.
Uma coisa já é certeza absoluta: Próximo ano já podem pedir música no Fantástico