A pedido de muitas mulheres fuxiqueiras e fofoqueiras que acompanham a nossa página, daquelas que não perdem uma postagem quando o assunto é vida alheia, fofoca ou confusão, resolvemos fazer uma análise sociocultural sobre uma figura cada vez mais comum nas ruas, academias e mesas de bar de Jucurutu: o “Homem” moderno jucurutuense.
Esse tipo de homem é facilmente encontrado nas noitadas da cidade, principalmente em barzinhos. Ele se define como hétero, mas é aquele hétero diferenciado… quase um hétero flex, só que muito mais flex do que hétero.
Certa vez, em uma mesa de bar, passa uma morena daquelas que faz até a cerveja esquentar. Um amigo comenta, empolgado:
“Rapaz, que mulherão da porra!”
O outro do lado responde:
“Eu não achei muita coisa não… esse vestido não ‘acenta’ nela.”
Sim. O problema era o vestido. De todos os detalhes possíveis, ele escolheu o vestido pra implicar.
Esse é o tipo de homem que procura defeito em mulher como quem procura erro em contrato. A mulher pode ser Miss Brasil, mas se tiver uma estria, pra ele já virou “mercadoria estragada”.
O “homem” moderno jucurutuense também é extremamente vaidoso. Barba sempre na régua, sobrancelha alinhada, vive na academia… mas passa mais tempo reparando nos músculos dos outros rapazes do que cuidando do próprio treino. Na academia, o foco não é a musculação — é a aula de zumba. O supino fica pra depois.
Cerveja? Jamais. Engorda.
O negócio dele é gin, drinks coloridos e frutas cortadas com estética de Instagram.
E você, leitor…
o que acha desse tipo de homem?